Hoje, fomos novamente ao cinema, mas, desta vez, fomos assistir ao drama romântico Água para elefantes. Não tenho muito o que falar sobre este filme, só digo que o adorei e vale a pena assisti-lo.
Hoje, fomos ao cinema assistir Thor em 3D. Não dava nada para este filme, por mais que eu goste dos filmes da MARVEL.
Mas acabei me surpreendendo com o enredo, os efeitos especiais e o digníssimo Chris Hemsworth, que faz o papel de Thor.Que deus grego, aliás, nórdico é aquele, OMG!
Se curtirem filmes de super-heróis, recomendo que assistam a este.
Dica: assim que acabar o filme, não vão embora e esperem os créditos acabarem.
Ontem, fui ao cinema assistir à mais nova comédia romântica com a Drew Barrymore e Justin Long: Amor a distância (titulo original: Going the Distance).
Fui achando que seria um filme fraquinho, pois li algumas criticas nada boas. Além disso, esperava chorar do começo ao fim. Muito pelo contrário, o filme superou minhas expectativas. O cinema estava cheio. Não fui a única a dar risada. Os demais telespectadores deram muitas gargalhadas na maioria das cenas. Claro, o longa tem suas partes tristes, mas foi muito bem elaborado e recomendo que assistam.
Este filme de que vou falar rapidamente não poderia passar em branco: A Origem (título original: Inception). É com o Leonardo DiCaprio e a Ellen Page (do filme Juno), entre outros atores famosos.
O filme é um espetáculo. É de deixar nós, espectadores, boquiabertos na poltrona do cinema. Não é um simples filme de ação e sim uma obra que mistura suspense, drama, paixão e explora o jogo mental ao infinito. Sinceramente,o diretor Christopher Nolan está de parabéns. Quero assistir ao filme novamente. Não via cenas tão bem executadas desde Matrix.
Ontem, fomos ao cinema assistir ao terceiro filme da saga Crepúsculo, Eclipse.
Adorei o filme. Na minha opinião, o primeiro e este terceiro filme foram os melhores até agora.
Gostei tanto que quero assisti-lo novamente. O Jacob está com um corpo bem mais malhado e o Edward continua o mesmo romântico à moda antiga, hehehehe.
Por mais que já tenha lido os quatro livros e meio e conheça bem a história, se fosse a Bella Swan ficaria com estes dois pedaços-de-mau-caminho, tanto o vampiro quanto o lobisomem. Como sou gulosa.
Acabei de assistir ao filme A Single Man, dirigido e adaptado para o cinema pelo estilista Tom Ford.
Recomendo muito o filme. O roteiro, o figurino, a maquiagem, os atores e a história no geral são excelentes.
Colin Firth e Julianne Moore estão impecáveis e atuação deles, sobretudo a performance de Firth, é o grande destaque do longa.
A modelo brasileira, Aline Weber, está parecidíssima com a Brigitte Bardot.
Vendo a maquiagem totalmente sessentista dela e da Julianne Moore neste filme, dá vontade de fazer tudo igual. O delineador é o carro-chefe da maquiagem das atrizes.
O modelo Jon Kortajarena é de parar o trânsito. No filme, o estilo dele estava totalmente James Dean. Adoro!
Nicholas Hoult faz o papel do aluno impetuoso e sedutor.
Mês passado assisti ao filme Dear John (Querido John)
Adoro filmes de amor, por mais que estejamos enjoados de saber que na maioria destes filmes sempre tem suas partes tristes e alegres. Sou manteiga derretida, choro fácil, mas se vocês também gostam desse gênero, vão assistir e depois venham me contar. Gostei e recomendo.
Estréia nesta sexta-feira dia 07 de maio.
Sinopse: Dirigido por Lasse Hallström e baseado no romance do aclamado autor Nicholas Sparks, mesmo autor de 'Diário de uma Paixão' e 'Um Amor para Recordar'. O filme conta à história de John Tyree (Channing Tatum), um jovem soldado que foi para casa durante uma licença e conheceu a jovem universitária Savannah Curtis (Amanda Seyfried). Acabam se apaixonando. Durante os próximos sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas missões cada vez mais perigosas de John. Apesar de se encontrarem apenas esporadicamente, o casal mantém o contato por meio de uma enxurrada de cartas de amor. Essa correspondência acaba por provocar uma situação com conseqüências nefastas.
O primeiro filme da franquia (porque já virou uma) Homem de Ferro foi ótimo. Ontem, fui assistir ao segundo e não fiquei nada decepcionada. É ótimo. O roteiro é bem escrito. Há entrosamento entre os atores, o que, por sua vez, gera química entre os personagens. Robert Downey Jr., que me deixou embasbacada com sua interpretação em Sherlock Holmes, não fez por menos desta vez. Além disso, os efeitos especiais são fenomenais.
Fiquei muito empolgada com a participação do Máquina de Combate. Houve até gritinhos de entusiasmo no cinema quando o Nick Fury deu as caras. Fiquem atentas para a aparição de rigor de Stan Lee na pele de uma personalidade do talk show norte-americano. Aliás, outros dois âncoras fazem pontinhas no longa-metragem: Christiane Amanpour da CNN e o “Papai Urso” Bill O'Reilly da asquerosíssima Fox News.
Diferentemente de Alice no País das Maravilhas, este filme eu recomendo.
DICA: NÃO DEIXEM A SALA DO CINEMA QUANDO OS CRÉDITOS COMEÇAREM A APARECER. Esperem até que parem de passar. Vocês terão uma surpresinha. E fica um aviso: geralmente o pessoal que fica até os créditos acabarem é bem barulhento e, bom, bitolado (quase desagradável). Fazer o quê?
Na sexta-feira, fui ao cinema assistir a Alice no País das Maravilhas.
Conheço há anos está encantadora história de Lewis Carroll. Quem me conhece sabe que eu a registrei em minha pele com uma tatuagem.
Pensei que iria discordar da nota que o filme levou dos críticos nos sites rottentomatoes.com ou metacritic.com. Infelizmente, tenho que concordar com eles.
Gostei dos efeitos visuais, da maquiagem, dos figurinos, só que eu esperava muito mais. Embora soubesse muito bem que seria a versão de Tim Burton e que seria uma nova estória, mesmo assim ele poderia ter explorado mais os meandros de uma obra tão filosófica. A atriz que faz o papel da Alice poderia ser menos insossa e ter mais sentimento em suas falas.
Se Tim Burton pudesse fazer tudo de novo, deveria ater-se mais à obra de arte que é a narrativa fantástica de Alice (em dois livros) e menos a um caprichozinho pseudo-artístico que pode muito bem arrecadar milhões, mas empobrece o grande debate entre razão e loucura, lógica e absurdo que permeia a obra de Carroll. É uma grande ironia que Jabberwocky, uma sátira carrolliana de como NÃO escrever um poema, tenha virado, para Burton, um exemplo para fazer cinema.
A propósito, a mistureba que Burton fez com a antagonista foi uma licença imperdoável. A Rainha Vermelha não tem nada a ver com a Rainha de Copas. O subtexto de Alice’s Adventures in Wonderland (1865) é um jogo de cartas; o de Through the Looking-Glass (1872) um jogo de xadrez (o qual, diga-se de passagem, virou um detalhezinho no filme, não sua premissa).